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Última actualização: 2 Setembro 2018
 
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Identidade
Absorvemos o nosso nome e a nossa iconografia do contexto religioso católico, dado que a entrada e o crescimento da Dalmática no mercado da conservação e restauro se afirmou através desse nicho específico: a recuperação de peças e espaços de âmbito religioso. Apesar da expansão do tipo de serviços prestados para além do referido e da necessidade recente de reformular a nossa identidade corporativa, mantivemo-nos fiéis ao nome, ícone e cor de origem.

O nome
Dalmática é o paramento do Diácono, cujo nome significa em grego “o servidor”. Ora, servir é exactamente o principal desígnio da Dalmática, daí que a escolha se afigurou inequívoca aquando da fundação da empresa.

O ícone
Quanto à eleição do peixe para imagem da empresa, surge com evidente inspiração na simbologia utilizada pelos primeiros cristãos nas referências a Jesus. O peixe é o símbolo mais primitivo do cristianismo, anterior à própria cruz, tendo surgido na época de formação das primeiras comunidades cristãs, aquando das perseguições aos cristãos pelo Império Romano. Especula-se que este símbolo foi escolhido por dois motivos particulares:
  1. Enquanto acrónimo, o peixe constitui-se como uma confissão de fé. Em grego, língua em que o cristianismo se divulgou inicialmente, a palavra peixe – IKTUS – era a compilação das iniciais da designação Jesus Cristo Filho de Deus Salvador.
  2. Dado que o culto não era público, surgiu a necessidade de se criar uma forma de os cristãos se afirmarem como tal e de recorrerem a um símbolo dissimulado que lhes permitisse evitar  perseguições.
A dicotomia de cores
A escolha primária das cores iniciais da Dalmática irrompeu da visualização das batinas (pretas) e dos cabeções (brancos), sobre os quais quisemos colocar o nosso entendimento de conservação e restauro. Mais recentemente, aligeirámos o rigor do negro e adoptámos o cinza como cor principal.
 
 
 
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